“Morrer Desta Doença”

“Morrer Desta Doença”

"Morrer Desta Doença" 1

“Eu ficava deitado pela cama, cai em um abismo profundo. Precisei 14 dias para domar a minha preocupação. Até que, em conclusão, pensei: ‘Volto a ter o controle. Volto a ter forças para me proteger'”. Assim se lembrava de Henning Mankell aqueles dias do inverno de 2013, quando obteve uma notícia terrível: padecia de câncer de pulmão com metástase na nuca.

Desde desse modo, este escritor, popular em todo o mundo por tua série de romances policiais protagonizados pelo inspector Wallender, ele plantava face à doença. Verdadeiramente, em seu último livro, “Areias movediças” (Tusquets), exorcizaba seus medos, convidando o leitor a um passeio de emergência por sua vida e a de toda a tua formação. “O título pareceu-me a imagem perfeita: Areia movediça.

Esse sentir-se arrastado para o abismo, o agitar inutilmente. A impotência”. De tudo isso “XL Semanal” discussão com ele há muitas semanas. Senhor Mankell, de que jeito tá? É o segundo ano de doença, e os médicos me prometeram manter-me vivo.

A verdade é que morrerei de doença crônica. Ninguém domina. Não possuo dores, às vezes, até me esquecer o que estou doente. Meu aspecto mudou. Em que fase do tratamento se localiza? A primeira quimioterapia funcionou super bem.

  • 3 História medieval
  • quatro Água e Esgoto
  • 1 Um arranque sem vitórias de primeiro nível
  • Ajudante geral do Real Corpo de Guardas de Corps

eu Também tentei algumas coisas, me deram uma radiação muito poderosas. Agora estou em uma fase de tranquilidade. A equipe médica que eu tenho é super, dedica dois dias por mês pra enxergar o que outros tratamentos são capazes de aplicarme. Vejo ao meu médico uma vez por mês.

Falamos de quinze minutos a respeito os resultados dos testes. É pianista, me divirto muito com essa cota da conversa, e acho que ele bem como. No início da quimioterapia, o pranteavam os olhos quando queria ler. Você melhorou por este aspecto? Sim, tudo volta a dirigir-se bem.

O defeito não eram as lágrimas, que não podia preservar os olhos abertos. Nunca se conhece que efeitos secundários vão apresentar-se. Você mentindo se eu dissesse que eu li um ou 2 livros por dia, todavia a coisa vai melhor.

o Que pensou quando lhe comunicaram o diagnóstico? Era a Véspera de ano novo de 2013. Senti uma rigidez na nuca e não melhorava com os dias. Assim que o oito de janeiro, fui ao médico. Mandou-Me umas radiografias. E me voltou a telefonar pras duas horas. Nesse momento presentí que o que tinha não era uma lesão passado.

O médico falou-me, com toda a serenidade, que haviam localizado um tumor no pulmão e metástase na cabeça. O que é que eu me lembro? Era inverno, fazia frio, era um dia desapacible. Minha mulher e eu voltamos para casa de táxi. Em um cruzamento, vi uma menina, de 6 ou 7 anos, saltando tão feliz em um monte de neve. Eu pensei que eu tinha feito a mesma coisa muitas vezes. E que imediatamente de imediato não faria mais.

já só saltaria ela. Que minha vida tinha acabado de alterar radicalmente, para sempre. Como foi sua mulher? Foi inteligente o bastante para não dizer muito no início. Ela bem como tinha que localizar o que significava a minha doença, o que representava pra ela.