Faruk do Egito (Cairo, onze de fevereiro de 1920 – Roma, dezoito de março de 1965) foi um rei do Egito. Sucedeu a teu pai Fu’ad I em 1936. O título completo era “Sua Majestade, rei Faruk, pela graça de Deus, rei do Egito e do Sudão, soberano da Núbia, no Cordofão e Darfur”. Em árabe, teu nome se escreve فاروق الاول; bem como pode ser transcrito como Faruk e Farouk. Seu pai foi o rei Fu’ad I (deste jeito sultão) e tua mãe a rainha Nazli. Aos quinze anos, teu pai, Fuad I, o ordenou a educar-se pra Inglaterra, todavia a partir dos 6 meses Fuad morreu e Faruk ficou rei com somente 16 anos.
Era praticamente um rei-pirralho, como aqueles que receberam pela data faraônica. Foi coroado com dezesseis anos, e aquela foi a primeira vez que o povo egípcio ouviu a voz de um rei através da rádio. Tinha recebido uma cuidadosa educação no Egito e na Grã-Bretanha, e gozava de aceitação popular no começo de seu reinado, tal na sua juventude como pela origem puramente egípcio de tua mãe, a rainha Nazli.
naquela época era um jovem de boa aparência, simpático, com uns bonitos olhos azuis ―por sua estirpe albanesa―, que muito rapidamente ocupou a imprensa do coração. Em férias na Suíça se apaixonou Safinaz Zulfikar, uma esbelta aristocrata. Tinha só quinze anos, contudo Faruk se interessou em se casar prontamente. Ela mudou teu nome pelo de Farida e formaram um par fascinante durante um tempo. Apesar disso, o luxuoso estilo de vida de rei Faruk foi utensílio de fortes avaliações graças a das privações adicionais impostas aos seus súditos.
As autoridades militares da Grã-Bretanha (nação que ainda dispunha de tropas estacionadas em solo egípcio) criticaram duramente, em privado, que o monarca se recusar a desligar as luzes de tua residência, no decorrer dos bombardeios noturnos dos italianos. Também foi objeto de condenação, que mantivesse o pessoal de origem italiana de tuas residências e palácios, sem permitir que fossem internados como “estrangeiros hostis”, como os italianos do resto do povo. O governo de Faruk tornou-se bastante irregular devido à fraca conduta do rei, muito despreocupado da administração pública do Egito, dedicado apenas a transportar uma vida de prazeres e luxos.
As ameaças políticas do nacionalismo e do incipiente socialismo árabe não foram levadas muito a sério pelo monarca, quem aguardava suportar-se no poder graças ao apoio da reduzida aristocracia lugar. Com tua primeira esposa, a rainha Farida, nascida com o nome de Safinaz Hanim Zulfikar (1921-1988) teve três filhas: Feiras, Fawzia e Fadia, todas já falecidas. A cleptomanía e incompetência de Faruk foram uma pesada carga pro regime, que se tornava muito impopular entre o povo e a incipiente classe média. Farida. Só lhe faltava enajenarse a quem pudesse oferecer um golpe de Estado, o exército.
O fracasso pela primeira briga contra Israel, em 1948 irritou os militares, que fizeram responsável a seu corrupto Governo. Governo nasserista, inclusive a começar por leilões no estrangeiro, espalhando as coleções de Faruk. Imediatamente após abolida a monarquia, partiu para o exílio em vasto; no iate real e com a bolsa cheia Faruk se exilou pela Itália, primeiro, um estado que adorava e no Mónaco mais tarde. Seu exílio dourado transcorreu entre a ilha de Capri, Roma, Mônaco. Sua segunda esposa, Narriman, lhe abandonou logo, acusando-o de maus-tratos, e virou-se para o Egito.
Após divorciar-se de sua segunda esposa, em 1956, teve como parceira a uma jovem cantora de ópera e ex-Miss Nápoles, na itália Irma Capece Minutolo di de Janeiro, se bem que sem chegar a se casar com ela. Faruk passou seu exílio entre os banquetes e as viagens de lazer e sem montar alguma atividade política de credibilidade, mas sofreu durante estes anos de uma perigoso obesidade, aparelhada com bulimia, chegando a pesar 136 kg.
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Seu avô atônito Ismael tinha morrido no exílio, ao tentar beber duas garrafas de champanhe de um gole. Roma em 1965, ao sofrer um ataque cardíaco no restaurante Ile de France que o fez tombar sobre o seu prato no meio de uma opípara ceia.
O penúltimo rei do Egito, tinha quarenta e cinco anos, e imediatamente pesava 140 quilos. Faruk era uma extravagância histórica, um déspota oriental moderno, uma coisa que não deveria haver porque ambos os termos, despotismo oriental e a modernidade, são excludentes. O último rei do Egito, parecia aceitar a máxima de Luis XV, “após mim, o Dilúvio”, e até mesmo adelantarla pro teu próprio tempo.
“Dentro de insuficiente tempo, só serão 5 reis, o de Inglaterra e os do baralho”. Claro, que às vezes Faruk acreditava ser do baralho. Numa ocasião, insistiu em que ganhava a um poker de damas com um trio de reis. “Eu tenho poker, visto que eu sou o quarto rei”, impôs o teu real capricho. Faruk não reinava como um déspota oriental, por causa de no Egito, no século XX, isso era de imediato inadmissível. Havia partidos políticos, eleições, Parlamento, imprensa e uma robusto interferência ocidental. No entanto, tinha gestos de quem déspotas orientais de que falavam os antigos gregos, os reis-deuses, senhores totais de vida, finanças e alma de seus súditos.
