“Em Portugal Se Pode Viver Da Música, Mas Mais Estressado”

“Em Portugal Se Pode Viver Da Música, Mas Mais Estressado”

"Em Portugal Se Pode Viver Da Música, Mas Mais Estressado" 1

Qual foi o seu primeiro contato com a música? Eu vivi na música desde baixo. Meu pai, Lorenzo Romero era bateria. Ele viveu de música, primeiro trabalhando em cruzeiros marítimos e orquestras, e depois como produtor musical no Canal Sul Rádio. Mas, ele nunca me pressionou pra que fosse músico.

Eu tinha agradável ouvido e ele me deu um teclado Casio baixo, quando eu tinha sete anos. O Conservatório de Música, entrei com doze ou 13 anos, todavia não davam piano desde o começo e eu fiquei entediada com a teoria, pelo motivo de eu estava muito nervoso.

No ano e pico deixei o Conservatório, sem ter dado uma única categoria de piano. Como chegou desta forma ao universo da música? Entrei na Universidade para aprender Magistério Musical e quando eu tinha uns 20 anos, meu pai me procurou um concerto com o grupo “Rumbas sem fronteiras” para tocar com eles pela Feira.

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Como eu não tinha estudado música, eu comprei um livro de acordes e fiquei mais de um mês praticando os acordes de teu repertório. Quando toquei no palco, acompanhando os cantores, com as luzes e o público em directo, pensei: oh!

Isso é o que eu quero fazer! Assim eu comecei a trabalhar e fazer turnês com diferentes cantores. Trabalhando era árduo preparar-se, bem que no desfecho eu deixei a carreira, entretanto eu tenho que contar que não me sinto feliz de não ter concluído os estudos universitários e tenho a intenção de os haver consumido por intermédio da UNED.

Então, é absolutamente autodidata como pianista, arranjador e instrumentista? Sim. Depois tenho famoso e perplexo muitos amigos músicos que me ensinaram várias coisas. Teria podido formar-se com aulas particulares, como fez o sevilhano Pérez Floristán, que sem ter o grau superior de Piano obteve o prêmio Paloma O’shea.