↑ “Back To Our Future?

↑ “Back To Our Future?

↑ "Back To Our Future? 1

A história LGBT é a história relativa às lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Ao abordar o estudo da antiguidade, há que ter em conta que não se podes aplicar o conceito de homossexualidade e é mais certo pronunciar-se de “práticas homossexuais”, em razão de o mais comum era a bissexualidade. Também há que ter em conta que o julgamento social pros atos sexuais não se baseava pela direção sexual ou gênero do casal.

Na transformação costumava haver uma diferença na consideração dos papéis, ágil ou passivo, no sexo anal. Associava-Se o papel esperto da masculinidade, sempre que que o papel passivo associava-se à feminilidade, ou a inexistência de maturidade; de modo que esse último papel costumava ser mal visto socialmente. Descreve práticas homossexuais masculinas, de imediato desde o tempo sumério, em tal grau entre homens como com guris. Na civilização suméria (3000 a. ‘homem útero’, o que é interpretado como homossexual. Na Babilônia (2100-560 a. A título de exemplo, no conto épico de Gilgamesh, mostra uma relação erótica do herói com o teu companheiro Enkidu.

Havia alguma conexão entre práticas sexuais (assim como homossexuais) e a religião. Há evidências de que alguns sacerdotes de Ishtar eram homossexuais e que participavam dançando travestidos em estabelecidos ritos. Em alguns templos babylonian existia prostituição masculina sagrada, idêntico à exercida pela Índia, até a data moderna, a despeito de o resto da prostituição masculina não era bem vista.

Na transformação de seus vizinhos, os assírios (1800-1077 a. Durante o reinado de Tiglatpileser I, no tempo médio do império (século XII a. Não obstante, o Código de Hammurabi (por volta de 1770 a. Os registros históricos sobre a homossexualidade no velho Egito são muito escassos e, pela maioria das vezes ambíguos.

  • Um povo dividido em dois
  • 1 Ramos do poder público
  • “Codependientes” – João Madero ft Camila Gallardo (2019)
  • dez Faltou indicar outro autor

Numa mastaba de Saqqara de cerca de 2400 a. C. pertencente a Nianjjnum e Jnumhotep, dois altos funcionários reais do faraó Nyuserra da V dinastia, apresentaram-se imagens de ambos se abraçando em situações muito semelhantes às habituais dos casais heterossexuais encontradas em algumas tumbas do mesmo período. O que faz ter fé que eram um casal homossexual, mas outros historiadores pensam que são capazes de ser um casal de irmãos, talvez gêmeos.

A referência mais explícita à homossexualidade pela cultura egípcia está nos mitos de Seth e Horus. A lenda conta como Seth dominava o grande Egito, sempre que que teu sobrinho Hórus dominava o baixo Egito, o que simboliza a separação real de ambos os territórios no decorrer da arqueologia do Egito. Seth tentou violar a Horus e lutaram no Nilo transformados em hipopótamos durante dias. Na briga, Seth lhe tirou um olho Horus, sempre que que Horus arrancou o pau de Seth. Ao final, com a intervenção de Tot, o deus da sabedoria, ambos os deuses se reconciliam.

Esta lendária briga sexual e sua posterior reconciliação é interpretada pelos historiadores como uma alegoria das guerras entre os dois reinos, que se unificarían por volta de 3000 a. C. Após a unificação, o casal de deuses representava frequentemente como um símbolo da unidade com certas conotações ambíguas. Em muitas versões Seth mesmo apresenta à claridade a uma criança de Horus.